TRATAMENTOS ÍNTIMOS COM ALTO GRAU DE EFICÁCIA

Problemas funcionais ou estéticos na região íntima têm afetado a autoestima de muitas mulheres ao longo dos anos. Ressecamentos, frouxidão, dores e desconfortos são algumas das situações vivenciadas por muitas delas, interferindo na rotina e até mesmo nos relacionamentos de quem sofre com um ou mais problemas. A boa notícia, destaca a dermatologista Letícia Bortolini, é que atualmente há tratamentos não-cirúrgicos que podem resolver todos estes problemas.

A melhora é obtida por meio do Ultra Femme 360, aparelho de rádiofrequência que pode ser usado em várias partes do corpo, e que é também empregado na região íntima. “É algo muito tranquilo de se fazer, não causa nenhum tipo de dor e não é necessário anestesiar”, explica a médica. O tempo de cada sessão também é bastante curto, são oito minutos para o rejuvenescimento interno e de 12 a 15 para a área externa. Letícia Bortolini explica que a ponteira usada na aplicação é descartável, o que traz mais segurança para as pacientes.

O protocolo tem alcançado resultados positivos tanto estéticos quanto funcionais. Ele melhora a frouxidão do introito vaginal, a contração da musculatura de dentro da vagina, diminuição do canal, além de trazer firmeza do colágeno da região, o que melhora a incontinência urinária leve, aumenta a lubrificação e causa um aumento do prazer sexual. “Muitas mulheres sofrem com estes problemas, além da questão estética. No caso do rejuvenescimento externo, por exemplo, ele melhora a contração dos grandes e pequenos lábios”, ressalta a médica.

Letícia Bortolini salienta que o resultado obtido varia de paciente para paciente, mas o protocolo prevê a realização de três sessões, uma por semana, para a conclusão do tratamento. “Os resultados que o tratamento tem alcançado, no geral, são excelentes. Há uma nítida e perceptível melhora na região íntima das pacientes, o que se traduz em um aumento da qualidade de vida”.

Embora seguro, o protocolo tem algumas contraindicações, explica a dermatologista. “Mulheres gestantes não podem fazer o tratamento, mas ele funciona muito bem no período pós-parto, sobretudo quando ela passou por um parto normal. Pacientes que estão amamentando também devem evitar fazer, a menos que haja liberação do ginecologista”, pontua Letícia Bortolini ao pontuar que, basicamente, o ideal é estar com a saúde ginecológica em dia.

Nos últimos anos, cada vez mais mulheres tem buscado tratamentos para a região íntima. No caso das cirurgias, as reconstituições vaginais já estão entre as mais buscadas nos consultórios de todo o país. “Hoje, com os tratamentos disponíveis, é algo muito tranquilo a realização de procedimentos estéticos, como a aplicação da radiofrequência, que devolvem a autoestima das mulheres e elevam a qualidade de vida”, finaliza a médica.